Jorginho Mello sancionou uma lei que proíbe cotas raciais nas universidades de Santa Catarina. A partir de agora, instituições que adotarem ações afirmativas podem ser multadas e até perder repasses públicos. Na prática, o Estado passa a punir universidades que tentam corrigir desigualdades históricas no acesso ao ensino superior.
Os dados mostram por que isso importa. Segundo o IBGE (2022), pessoas negras representam cerca de 23% da população catarinense. Mesmo com políticas de cotas em vigor, apenas 23,2% dos universitários no estado são negros. Em universidades que adotaram ações afirmativas, como a Udesc, a presença de estudantes negros cresceu de forma consistente ao longo dos anos, saindo de patamares próximos de 6% para mais de 17%.
Cotas não são privilégio. São políticas públicas reconhecidas nacionalmente para enfrentar um desequilíbrio estrutural que exclui parte da população do ensino superior. Proibir essas políticas não resolve desigualdades, apenas as mantém.
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Santa Catarina Defende as Cotas.
Mello sancionou uma lei que proíbe cotas raciais nas universidades de Santa Catarina. A partir de agora, instituições que adotarem ações afirmativas podem ser multadas e até perder repasses públicos. Na prática, o Estado passa a punir universidades que tentam corrigir desigualdades históricas no acesso ao ensino superior.
Os dados mostram por que isso importa. Segundo o IBGE (2022), pessoas negras representam cerca de 23% da população catarinense. Mesmo com políticas de cotas em vigor, apenas 23,2% dos universitários no estado são negros. Em universidades que adotaram ações afirmativas, como a Udesc, a presença de estudantes negros cresceu de forma consistente ao longo dos anos, saindo de patamares próximos de 6% para mais de 17%.
Cotas não são privilégio. São políticas públicas reconhecidas nacionalmente para enfrentar um desequilíbrio estrutural que exclui parte da população do ensino superior. Proibir essas políticas não resolve desigualdades, apenas as mantém.
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